quinta-feira, 29 de outubro de 2026

O MUNDO APRENDEU (Fazer "L" é símbolo Anti Fascismo)

 


Assim que terminou o primeiro turno, com a constatação da vitória de Flávio Bolsonaro sobre a Democracia.                                                                                    Escrevi em 8/10 (https: //neuberpalavrasliquidas.blogspot.com  FOMOS VENCEDORES DESTAS ELEIÇÕES)  se tivéssemos mais votos do que o miliciano naquele momento, nós perderíamos as eleições no segundo turno. A derrota parcial foi  necessário. A campanha precisava de uma chacoalhada. E todos nós precisávamos de um certo medo de perder a Democracia numa eleição e de pavor em ver a hipótese de a barbárie vencer a civilização.

Todos se mobilizaram. Veio sangue novo para a campanha. A juventude, assustada, resolveu tomar as ruas e deu origem a um movimento bonito e forte. Vendo a juventude nas ruas — sem o chamado dos coordenadores da campanha, mas como algo natural e com espírito de sobrevivência e de necessidade democrática —, nós mais velhos, também resolvemos que eramos responsáveis pelo destino do país. Foi muito bonito, emocionante e impactante. Acordamos e dissemos não ao fascismo, à ultradireita e aos milicianos. Tudo espontâneo. Tudo  coração. Era a esperança vencendo o medo, e mesmo não gostando do termo EXÉRCITO, tivemos um exército, de mais de 10 milhões organizados em poucas semanas. O Comandante Janones, gritava tanto que era possível ouvi-lo de casa, com tudo desligado. Ninguém dormia com os gritos dele. Era a voz da sociedade que se recusava a admitir o retorno da violência, do obscurantismo e do preconceito.

Saímos da campanha analógica e fomos para as redes, para dominar o digital.  Ganhamos um espaço que era da direita e da ultradireita. Só que com ética e respeito. E contamos com a má-fé deles, que sempre têm a mentira como método. O vídeo falso do Chupetinha  sobre o Nordeste causou a indignação do povo nordestino e nos rendeu um caminhão de votos.

A diferença de mais de 4 milhões de votos, considerando que foi de virada foi massacrante. Foram 64.256.232 votos para o Lula. Precisamos manter esse movimento nacional e democrático. O Congresso Nacional está dominado pela direita e pela ultradireita. A sorte nossa é que, o Lula, no quarto mandato, sabe exercer seu fascínio e sua liderança. Boa parte dos congressistas de direita já está louca para mudar de lado e se ajeitar. Foi uma eleição que mandou um sinal para o mundo todo, que estava de olho no Brasil. Nós demos um exemplo a todos os países. Foi uma vitória que devolveu a esperança na Democracia. E cada um de nós teve sua parte e merece comemorar.

terça-feira, 27 de outubro de 2026

FOMOS EXEMPLOS!

 



Somos um povo orgulhoso de nossa luta por justiça social, e inspiraremos o mundo a lutar pela democracia. Queremos um tsunami de liberdade e esperança na democracia. 

Nós vencemos Trump, o dono das armas, vencemos Zuckerberg, o dono das redes anti-sociais, e Milei  da motosserra,  e todos os donos do ódio/ganância.

Eu abraço e beijo cada uma das pessoas que usando seu carisma e reconhecimento conseguiram virar votos e trazer eleitores para essa virada que iluminará  muitas vitórias de nosso campo mundo afora.

Hoje tem eleições em Israel e nos próximos dias nos EUA.


O MUNDO SE ESPELHA NO BRASIL E NÓS VAMOS DIVULGAR TODAS AS VITORIAS QUE TÊM NOSSA ASSINATURA.

domingo, 25 de outubro de 2026

QUERO

 





Quero ter alma.

Ter no peito um lugar para o outro

e no outro encontrar um pouco de nós


Quero ser

MST, Movimento por Moradia, Cidadania.

Ser gente, floresta, escola, livro, pão.


Quero fazer da verdade uma questão de coração.

Sou a opinião que não se vende,

Sou notícia que não escolhe patrão.


Quero ser Chico, Vinícius, Drumond... com poesia,

Inventando caminhos,

Afinando o Brasil,


Quero o samba dizendo no pé,(e o ronco da Cuíca, não o ronco das barrigas com fome).

Que não cabe na razão.


Somos brasileiros.

Temos música na memória,

Temos arte na pele,

Democracia na voz 

Somos um País que não se curva para outro País.


Não somos Vira-lata procurando dono.

Eu, Brasileiro procuro futuro.

Ele não mora em Washington.


Mora aqui.

Neste país bonito, difícil, nosso.

Que nos pertence.

Que não se ajoelha.


Que é soberano!

sexta-feira, 23 de outubro de 2026

DEUS, PÁTRIA, FAMÍLIA

 




DEUS  

livre a

PÁTRIA

dessa 

FAMÍLIA

quinta-feira, 22 de outubro de 2026

SER O QUE SOMOS É QUE NOS LEVARÁ ALEM

 


Numa eleição, o candidato senador desmaiou e,  fez nas calças, suas necessidades. A deputada Jandira Feghali, que participava do debate, foi ajuda-lo. O pai do candidato, na época deputado Jair Bolsonaro disse: "Comunista não põe a mão no meu filho!”. A solidariedade não faz parte deste grupo fascista.

O debate da Band com o Lula, nos mostrou que é impossível debater com quem não tem compromisso com a verdade, com quem não tem conteúdo nem limites. Debater é a trocar  ideias, desde que o interlocutor as tenha. Não é o caso do Flávio.  Ele não respondeu a nenhuma pergunta. Falava o que sabia que seu curral queria ouvir. Lamentável, ficou atrás do Lula enquanto ele falava, fazendo trejeitos e gestos como um fantasma. 

Lastimável que a coordenação do debate não tenha interferido. A postura do candidato foi de moleque e de desrespeito, afinal, o desrespeito é uma característica do bolsonarismo. É demais esperar que uma pessoa que não tem capacidade de argumentar, que não tem programa e que mente desavergonhadamente aja com seriedade.

Bolsonarista raiz, como o candidato, não apresenta ideias que contribua para o debate. Quem se construiu na mentira não tem como participar de uma discussão sobre o destino do país.

Esse é o drama que enfrentaremos domingo, 25 de outubro: de um lado, um candidato  democrático, que já governou o país por 3 mandatos dentro das regras constitucionais. Que tem respeito internacional pela sua postura de governante. Que já apresentou dezenas de programas ao povo brasileiro. De outro, um candidato que já disse não ter compromisso com a estabilidade democrática. Que vai pôr fim a uma série de conquistas sociais.

Essas eleições não é sobre esquerda e direita. É sobre a civilização contra a barbárie. Pense no futuro do Brasil e vamos às urnas. Pode ser nossa última eleição. É hora de virar e acreditar na Democracia. Depende de cada um de nós.


quarta-feira, 21 de outubro de 2026

FORTALECIMENTO DOS DIREITOS E DA LIBERDADE!

 

Até este segundo turno, era evidente que a forma de governar do PT, se aliando ao Centro em nome da governabilidade e desmobilizando as lutas populares, só sobrevivia porque a alternativa era um projeto familiar de autoritarismo, mas esse projeto já não dava brilho nos olhos para quem de fato lutava por um país e uma vida melhor.

Com o resultado do primeiro turno, em que os destaques da esquerda foram as candidaturas que lutavam por mais - como o fim da jornada 6x1, a luta LGBTQIAPN+, a luta por direitos - finalmente temos novas lideranças emergindo no campo popular. E a campanha do segundo turno, que está sendo levada na base da sociedade por muita gente que, inclusive, não concorda com esse jeito de governar do PT, aponta para um novo cenário.

Se o Lula ganhar, como espero, teremos tido uma vitória diruptiva na sociedade. O Lula que vai brotar das urnas, em 2026, será o Lula das ruas, dos que vão estar se mantendo mobilizados nas redes sociais e nas cidades de todo o país para querer realizar seus sonhos. E terá que ser assim, com um Congresso com maioria da extrema-direita.

Isso não será apenas no Brasil. O futuro aponta para a ruptura de um mundo em que o Estado e a opressão são os combustíveis para o fascismo para um cenário de mobilização popular e fortalecimento das lutas pelos direitos e pela liberdade.

O Brasil será estratégico para isso. É isso que estamos disputando, e vamos conseguir.

Lula13!

domingo, 18 de outubro de 2026

ENTRE A ANGÚSTIA, O MEDO E A ESPERANÇA.

 


Até 25 de outubro, vamos nos equilibrar entre a angústia, o medo e a esperança. A angústia de saber que obscurantismo pode voltar. O medo é consequência dessa possibilidade. Se Flávio Bolsonaro vencer, e não vai vencer, retrocederemos milhares de anos da vida. Não é perder uma eleição numa democracia, é perder a democracia em uma eleição. É o caos. O atraso. A volta da fome. O fim da cultura, a sucateação do SUS, o estrangulamento da educação, É a barbárie sendo implantada por bárbaros.

Conversar com mitômano, pessoas falsas, sem ética, sem limites. Tenho  dificuldade de debater com quem não tem critérios éticos e democráticos. A pergunta bem-feita e séria, e a resposta é sem compromisso com a verdade, com os fatos. 

A mentira sobre a prestação de contas do contrato do filme Dark Horse. A Imprensa toda engoliu a mentira da falsa prestação de contas. Inclusive a omissão da Polícia Federal, do Ministério Público e do Supremo. O silêncio dele só repercute o imenso silêncio da imprensa

Flávio sabe que roubou mais de 80 milhões de dinheiro público para o filme. Ele disse dezenas de vezes: “Não tem dinheiro público, está tudo explicado e é um negócio privado.” Todas as pessoas sérias sabem que não é verdade. Não há nenhuma dúvida de que o dinheiro é público e, é óbvio, não houve prestação de contas. Mas o eleitorado dele acredita. A única maneira de questionar seriam investigações feitas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal, com decisão da Justiça. Não ocorreram. Ele vai continuar zombando da cara de todos e dizendo que já explicou. E o seu eleitorado, exultando. É a hipocrisia e a mentira.

É como a conquista dos trabalhadores com o fim da jornada 6×1. Êxito evidente do governo Lula. Flávio Bolsonaro, oportunistamente, liberou seus comparsas para votar. Ele não compareceu à votação. Já disse que, se eleito, vai mudar o projeto, mesmo tendo apoiado. Não vai, porque não vai ganhar. Não vai derrotar o Brasil.

O que nos deu chance e fôlego para tentar salvar a democracia foi chegar atrás no primeiro turno. Se tivéssemos mais votos, seríamos massacrados neste segundo turno. A campanha estava morna, sem tesão, desorganizada. Com a derrota no primeiro turno, em vez de desespero, veio a garra de garantir a Democracia. É outra campanha. Com cheiro de virada. Com alegria e medo ao mesmo tempo, não o medo paralisante. Faz bem. As pessoas, milhões de jovens, tomaram as ruas. Foi a ânsia de liberdade, a ânsia da vida por si mesma, o terror à barbárie, o susto da violência institucional, a lembrança da ditadura, a sombra das mortes na pandemia, o nojo da ultradireita atrasada e castradora. Os jovens foram para as ruas com mais força do que nas Diretas. É um inconsciente coletivo.

Agora temos a certeza da necessidade de manter a democracia. Não é direita e esquerda. É morte e vida. Barbárie e civilização. Ar puro ou falta de ar. Cultura ou obscurantismo. Saúde ou doença. Vacina ou peste.

Vamos virar porque precisamos ganhar. Não dá para entregar o Brasil para esse bando. Ainda estão vivas em todos nós a prepotência, o descaso e a crueldade na pandemia.

Com a derrota de Bolsonaro em 2022, mais do que com a vitória de Lula, voltamos a respirar. Vamos virar. Vamos dar uma chance à vida e à democracia.

Sem luta, não temos esperança, e sem esperança, sem luta o que temos não pode ser chamado de vida.