Indigentes intelectuais, eles se bastam.
Adoram pneus, batem continência para a bandeira dos EUA, pedem Ditadura e repetem frases desconexas, tudo com um orgulho que realça a imbecilidade. E têm um público cativo que não contesta, que seguem apostando no caos. As decisões do STF, dividir palanque com um desqualificado argentino que se permite ofender o Presidente Lula, a permanência na candidatura bolsonarista depois dos R$ 61 milhões do Vorcaro, as mentiras que envergonhariam se eles fossem sérios, se tivessem vergonha. Nada os abala. Caminham como bois guiados por um berrante rumo ao matadouro.
Passaram pelo palco real, virtual, surreal do festival figuras fantásticas. A expectativa, infelizmente frustrada, do Trump aparecer foi a maior decepção da festa. Seria uma convenção perfeita. E, claro, senti falta do Vorcaro, do Sicário, do Zema, do Caiado, do Queiroz (por onde anda o Queiroz?), do Cláudio Castro, do Eduardo e do Carlos Bolsonaro. Mas não se pode ter tudo. Muito difícil disputar com quem não tem ética, não tem limites, não tem vergonha ou senso do ridículo. Esse é um grande problema de qualquer debate com os bolsonaristas.
Eles conhecem a parte podre da elite brasileira, mas temem a parte sensata, coerente, com senso de justiça, de estado, de nação. Eles não têm vergonha de manipular, de explorar a fé das pessoas simples, não cansam de as enganar e manipular.
Eles ficaram bilionários no primeiro governo, cometendo todo tipo de atrocidade. Eles têm ao seu lado a ultradireita, com o apoio do atual e lunático presidente dos EUA, que logo passará. Eles trabalham com a mentira e a falsidade. Mas vamos resistir e a Democracia vai ganhar.
Aprendi com meu Pai, que aprendeu com meu Vô, e hoje ensino pro meu Neto:
“Nunca faça nada que envergonhe a criança que você foi”