Eu sou de esquerda!
E, por isso, eu defendo:
A igualdade e a justiça social.
Por isso, o meu discurso é de amor e solidariedade, porque penso na comunidade e em tudo o que, juntos, podemos fazer.
O meu coração é de esquerda, e pulsa forte no peito o senso comum do bem-estar geral.
O meu olhar é de fraternidade, e a minha voz grita responsabilidade com os limites éticos e legais da responsabilidade.
Eu sou de esquerda e a minha luta é por direitos sociais, defendo o SUS e a autonomia universitária e não cedo ao neoliberalismo com o seu pensamento de privatização.
Eu sou de esquerda porque a esquerda é o lado que me sinto bem, defendo os servidores públicos civis estatutários e acredito na "vida além do trabalho". Por isso, defendo a jornada 4,5 X 2,5 para todo trabalhador.
Se eu sou de esquerda, é imperativo moral ser contra todas as formas, clássicas e não clássicas, de privatização dos serviços públicos sociais.
Eu sou de esquerda e defendo o respeito aos direitos humanos, à diversidade cultural e a todas as formas de amor possíveis.
Se eu sou de esquerda, eu não aceito o racismo, a misoginia, a homofobia, a xenofobia e toda forma de preconceitos.
Eu sou de esquerda e defendo a democracia, combato o fascismo, o nazismo, os comportamentos autocratas e não aceito ditaduras.
Se eu sou de esquerda, a dignidade da pessoa humana é o fundamento das políticas públicas sociais.
Eu sou de esquerda e condeno fake news e discursos de ódio.
Se eu sou de esquerda, eu defendo a paz universal, acredito na ciência e defendo políticas públicas de inclusão social.
Eu sou de esquerda e faço críticas e não aceito o neoliberalismo,
Defendo a soberania das nações e luto contra a pobreza e a fome.
Se eu sou de esquerda, não posso me conformar com pessoas desabrigadas, desempregadas e sem assistência social.
Eu sou de esquerda e defendo a Moralidade e a Impessoalidade na Administração Pública, e não aceito clientelismo, nepotismo no setor.
Se eu sou de esquerda, na relação capital x trabalho, eu estou do lado do trabalhador e não posso aceitar congelamento salarial.
Eu sou de esquerda e defendo o Estado Social, o Máximo Existencial e a Reserva do Necessário.
Se eu sou de esquerda e não posso concordar com a ideia de Estado Mínimo.
Eu sou de esquerda e a minha luta é para superar a injusta desigualdade social, reconhecendo toda pessoa humana como sujeito de direitos, sob uma perspectiva de cidadania planetária.
Se eu sou de esquerda, a minha natureza é revolucionária, fruto da indignação.
Eu sou de esquerda e isso pode te incomodar.
Então, seja de esquerda também e vamos, juntos, lutar...