sexta-feira, 29 de maio de 2026

Eu (exercitando a imaginação).

 


 


“Ninguém gosta de ser pobre ou de viver do Bolsa Família ou de favores, mas sim do próprio trabalho.”

Lula em junho de 2023

Eu exercitando a imaginação: senhores de engenho, donos de centenas de escravos,  numa sexta-feira à tarde preocupados com o que aconteceria  com o fim da escravidão. Sentados numa varanda grande, com copo de cachaça, davam voz ao medo de perderem os negros que passavam, em escala 7x0, em frente à casa-grande, diziam inevitavelmente a quebra do Brasil. Como sobreviveriam sem a mão de obra escrava, ruminavam entre eles. Durante a história, esse mesmo grupo, profetizam a quebra do país e o abuso no crescimento dos direitos dos trabalhadores. 

Quando o 13º salário foi criado, as previsões apontavam para uma paralisação macabra. O mesmo barulho da elite perversa com a licença-maternidade e, com a de paternidade e tantas outras pequenas, mas significativas, conquistas do trabalhador. A burguesia mesquinha não é apenas contra os direitos dos trabalhadores. Ela questiona também os programas sociais. Há poucos dias,  um eterno candidato da ultradireita e da direita atacou o Bolsa Família, com um raciocínio de dar nojo.

Com a arrogância natural da elite, que gosta de criticar tomando Whisky,  que custa mais do que o valor de um Bolsa Família, verbalizou o pensamento da direita e criticou o programa e o governo Lula: “Você não gera nenhum tipo de estímulo para as famílias que queiram sair do Bolsa Família”. Essa crítica rasa, vulgar e banal não teria repercussão pela fragilidade, mas, em um momento eleitoral, ....

Não adianta mostrar aos ultradireitistas que um estudo da FGV mostrou que, em dez anos, mais de 60%  conseguiram deixar o Bolsa Família, 0s jovens que eram adolescentes quando recebiam o benefício, esse número passa de 70%. Os filhos do Bolsa Família, em grande parte, não continuam no programa, como  a Ana Paula Renault mostrou ao responder à crítica, que, por sinal, definiu bem a fala do apresentador: “preconceito fantasiado de opinião”. e demonstrou que, de janeiro a outubro do ano passado, 2.069.776 famílias deixaram de depender do programa de transferência de renda. Dessas, 1.318.214 saíram em razão do aumento dos ganhos totais do domicílio.

A observação do eterno candidato, maldosa e rasteira, quem para mim liquidou o assunto foi “um anônimo, comendo frango com macarrão no domingão, que também gravou um vídeo convidando o apresentador a ir para a sua comunidade viver com 600 reais por mês”. Não precisa procurar respostas mais preparadas e fundamentadas; basta ter um pouco de vergonha na cara. A raiva deles é ver um operário Presidente da República pela terceira vez, e reeleito no primeiro turno.

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Brasil alcança IDHM histórico.

Brasil alcança IDHM histórico.

 O Brasil ingressou, pela primeira vez, na categoria de países com desenvolvimento hu mano “muito alto”. Em 2024, o país alcançou 0,805 no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), em comparação a 0,744 em 2012. A escala para classificar o desenvolvimento humano varia de 0 a 1, sendo muito alto: acima de 0,800. A informação é do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil que divulgou, ontem, a pesquisa Radar IDHM. O marcador avalia os parâmetros de saúde e longevidade, educação e geração de renda, de acordo com a cor (negro e branco) e o sexo (mulher e homem). Quando o programa das Nações Unidas começou a calcular esse índice, há 30 anos, o Brasil era um país de IDHM baixo. O parâmetro que mais impulsionou o IDHM neste período foi a educação, ao passar de 0,679 em  para 0,798. Segundo a coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Pnud Brasil, Betina Barbosa, a melhoria dos indicadores de educação é mais significativa entre famílias de renda mais baixa, em especial, as negras. Os resultados do Radar IDHM foram calculados com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com a equipe técnica e pesquisadores da Fundação João Pinheiro. 

FONTE: Jornal o dia de 27/05, pag. 08

Mapa da Fome? Nunca Mais!

 



O Brasil, pela primeira vez na história, tá na faixa de “muito alto Índice de Desenvolvimento Humano” não é um acidente, mas o resultado previsível de uma escolha de método governo Lula. Os dados do relatório Radar IDHM, divulgados nesta terça-feira (26) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), mostram que o país atingiu a nota 0,805 em 2024, superando o limiar de 0,800, além  de colocar o Brasil no topo do ranking global ao lado de nações como Noruega, Alemanha e EUA, o avanço explica-se pelas políticas de mobilidade social do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na reconfiguração do Estado.  

A elevação dos indicadores sociais e econômicos no governo de Lula repete o padrão das seus governos anteriores: o desenvolvimento humano acontece quando a economia cresce a partir da base da social  da pirâmide, e tá ligado duas Políticas Governamental: a distribuição de renda por meio de políticas de transferência e a valorização real do salário mínimo.

Fila do Osso, Mapa da Fome? Nunca Mais. 

LULA 2026

domingo, 24 de maio de 2026

LULA É NÓIS!

 


Mulher negra  entrevistando o Presidente.

Luciana Barreto, jornalista, se emocionou ao entrevistar o presidente Lula (PT), destacou o significado de duas mulheres negras entrevistando o presidente da República, disse " ...O senhor está entre duas mulheres negras entrevistando o Presidente da República. Eu nem lembro se isso já aconteceu neste país”, disse. Lula  respondeu, nem eu. Em seguida, Luciana disse, “mas isso é graças a políticas públicas que permitiram a mobilidade social. Isso me emociona muito, Presidente. Estar aqui, agora,  entrevistando o presidente da República”, afirmou. A jornalista mencionou que mulheres negras são alvo de ataques e discursos de ódio, especialmente nas redes sociais. “O senhor é uma pessoa  envolvida nas últimas décadas para que a população preta tivesse mobilidade social, e isso tem sido motivo  de ódio. Nós, mulheres negras, somos alvo do discurso de ódio, nas redes sociais especialmente”, declarou. Luciana Barreto afirmou que o ódio direcionado a mulheres negras está ligado ao avanço social dessa parcela da população. “Esse discurso de ódio tem a ver com a mobilidade social. Nos querem na cozinha, Presidente. Mas a gente está aqui entrevistando o Presidente da República. Queria saber como o senhor enfrentou toda essa adversidade para colocar políticas públicas neste país”, completou.                                   

Lula "o objetivo das políticas de inclusão é garantir igualdade de oportunidades. Eu não vou tirar o branco para colocar um negro. Eu quero que o negro tenha a mesma oportunidade que o branco. É só isso que eu quero. Eu não quero tirar a filha da patroa para colocar a filha da empregada doméstica. Eu quero que a filha da empregada doméstica tenha as mesmas chances da filha da patroa, que vá para a mesma escola, que tenha o mesmo professor e que dispute a mesma vaga. É só isso que eu quero”, afirmou.

Lula contou a história de uma estudante que na universidade em Minas Gerais e enfrentava discriminação no ambiente acadêmico. “Eu sei do preconceito que vocês sofrem. Eu lembro de uma menina, de Minas Gerais que disse para mim: ‘Presidente, toda vez que eu entro na sala de aula, as minhas amigas mais ricas nem olham para mim’. Eu falei para ela: ‘não se preocupe, não fique chateada; vença. Quando você vencer, as pessoas vão te respeitar’.

Ao comentar mudanças no perfil de acesso ao ensino superior, Lula citou a Universidade de São Paulo. “Eu fui na USP num tempo desse. A USP era uma universidade de branco. Hoje, 50% da USP é de meninos negros e pardos da periferia”, afirmou o presidente.

LULA É NÓIS!

quarta-feira, 20 de maio de 2026

SIMBIOSE

 


Diferenciar

Notar o que separa

Tornar único

Entender a diferença

Nos aproximar

Em que ela pensa

Cada um com sua crença 

É raro e é comum

Essa e a sentença 

Ser o adeus 

Ou o retorno

O nu 

Sem o adorno

O sim

Sem o não 

A vida repleta

O olhar

O Poeta

Preceber a presença 

Perceber a diferença 


A chama 

Atropelando meus pés 

Tropeço nos sinais

Repetindo os erros

Girando segue o mundo

O cais

A paz

A dor

O não 

O talvez

O sim

O nós 


A vida repleta

Precebe a presença 

Percebe o poeta.

Não sabe se sim

Não sabe se não 

Adora um Se...

terça-feira, 19 de maio de 2026

USA. UM IMPÉRIO RUINDO

 






Em algum lugar de um planeta intensamente explorado existe um império de autocratas, onde a arrogância, a tirania e a vaidade são os pilares de um dirigente ruim. 

O cinismo impera quando o imperador fala aos seus súditos, sempre com ar de intelectual, mas verdadeiramente um estúpido que só pensa nele e em mais ninguém. 

Nesse império há uma casa de cuidados que foi transformada em um balcão de negócios pelo imperador. Pessoas sofridas são deixadas do lado de fora dessa casa, e mesmo assim, sofrendo sem assistência, muitos apoiam o agente opressor. 

Nesse império há uma escola subserviente a interesses privados, com um conselho submisso aos desejos do imperador - um imperador forte na arrogância e ausente na defesa do povo.

Na propaganda, tudo é lindo e feliz no seu território. Mas no mundo real da vida nesse império, tudo é cinzento e o assédio é politica imperial.

O que resta ao povo é reagir e, sem medo, fazer a mudança necessária, trazendo de volta um governo democrático, resgatando o princípio republicano que não admite regimes ditatoriais. 

É preciso uma perspectiva de esperança, de diálogo e de participação popular. 

O império já foi transformado num regime enfadonho. Agora é hora do império criar vida nova e melhor para a gente oprimida que vive ali...

sábado, 9 de maio de 2026

A fluência das silabas

 


A fluência das 

                        sílabas 

Em minha 

                       gramática

Gostaria que saíssem

                       líquidas.

Não tortas, incertas,   

                       errática.

Sem um barco para a boca 

                       naufraga 

Acaricio a língua em verbos 

                       tímidos

Pra encontrar uma ilha

                       atlântica 

Pequena, 

irreal, 

quântica

Na areia, dormir e ter sonhos 

                      lucidos

Mas eu 

                      insólito!

Sem terra, sem mar, sem sol

Te encontrar Gaguejar...

Até o fim do fôlego.


domingo, 3 de maio de 2026

Até um dia, Até talvez, Até quem sabe...

 


Que nada nos tire:

A alegria pela canção bonita. 

Que nada nos tire:

O encanto pela delicadeza. 

Que nada nos tire:

A tristeza pelo que machuca.

Que nada nos tire: 

O interesse por gente.

Que nada nos tire: 

Os olhos marejados pela história de amor.

Que nada nos tire:

A sensibilidade.

Que nada nos tire:

A admiração. 

Que nada nos tire:

A surpresa.

Que nada nos tire:

A capacidade de sentimento.

Que nada nos tire: 

Os olhos macios. 


Não suportaríamos esta passagem pelo mundo com apatia!


Até um dia, 

Até talvez, 

Até quem sabe...