É necessário assumir opções, na vida profissional 0u na política. Vivemos em um extremismo perigoso pela imposição autoritária da extrema direita. A política, expressão democrática, foi inferiorizada. Com desculpa de não fazer política, a direita faz política, afirmando que ela é um mal. É uma estratégia exatamente de fazer política. O mais grave é que, com essa postura, as discussões políticas estão sendo deixadas de lado. O que predomina é a força, a prepotência e a mentira. A política, que representa oportunidade para a estabilidade democrática, é apresentada como um desvio e uma aberração.
Numa democracia representativa, os partidos são essenciais, daí a importância de valorizar as discussões Políticas Partidárias. Não é porque eu não gosto que eu não devo respeitar o que sustenta a Democracia.
É lamentável acompanhar certos partidos políticos agirem como estruturas criminosas, mas esses graves desvios devem ser submetidos, a uma investigação criteriosa e cuidadosa dentro das normas democráticos/e constitucionais.
Nestas eleições, mais uma vez, vamos fazer um enfrentamento entre a barbárie e a civilização. Vamos, mais uma vez, ter que optar entre um projeto entreguista, fascista, misógino..., e vazio de conteúdo e um projeto que, no mínimo, representa ares democráticos. Quando se confronta com a extrema direita, qualquer opção é melhor do que o esgoto de onde saem essas figuras grotescas. Mesmo com os riscos ao processo civilizatório, é assim que a democracia funciona. Vamos às urnas.
Que vença a democracia. Hoje o Rudah me perguntou: Vô, se na ditadura não tinha liberdade para os Partidos disputar eleições, quem governava? Respondi: o medo Rudah!