A família Bolsonaro é a prova viva da máxima “De onde menos se espera, daí é que não sai nada”, Apparício Torelly, autoproclamado Barão de Itararé.
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro, foragido da Justiça brasileira, onde foi condenado por coação e obstrução da justiça, é um exemplo vivo.
Eduardo se orgulha de ter conseguido um papel numa agência “como se fosse os Correios no Brasil, e imprimi esse papel em casa aqui, do governo do Texas, assinei, trouxe aqui uma espécie de cartório, só que sem fila, paguei 10 dólares e está feita a declaração juramentada onde eu fico responsável pela minha filha não tomar vacinas e ela pode se matricular em qualquer escola aqui do Texas“. Deu para entender que no Brasil você não é livre nem para decidir sobre o seu próprio filho? Que até nisso o Estado se mete. Todo feliz com o certificado de imbecil, ele põe a vida da filha em risco. Sorte é que a filha, que não tem culpa de estupidez paterna, viveu no Brasil seus primeiros anos de vida e certamente tomou toda aquela série de vacinas, ou já estaria se arriscando a ser uma próxima vítima do surto de sarampo em vários estados daquele país.
Curioso é que na pandemia de Covid se vacinou contra com o coronavírus, mesmo contra a vontade do pai, e postou em suas redes. "Graças ao Governo Bolsonaro e ao @minsaude o Brasil bateu hoje a marca de 180 milhões de doses de vacinas aplicadas e +215 milhões já distribuídas - a vacina no Brasil foi comprada pelo governo Bolsonaro, hoje também foi a minha vez, ao lado do próprio Min".
Na hora de defender a própria pele, Eduardo se vacinou. Proteção que agora nega à filha.
Frequento a UBSF do meu bairro e constato que a procura por vacinas é grande. Ainda bem que aqui, muitas pessoas não estão seguindo os negacionistas na questão das vacinas.
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