Estamos num momento de grande preocupação e delicadeza.
A próxima eleição que pode, outra vez, e agora com maior gravidade, nos levar para o fascismo, como a época do presidiário soluçante. O Brasil ainda se recupera da catástrofe, mas o momento é ainda mais grave.
A extrema direita se fortaleceu no mundo. Especialmente nos EUA, rasgaram a fantasia e se mostram vontade pra subjugar boa parte dos países. É a força pela força. Vários líderes da extrema direita dispostos a os seguir, e a cartilha trumpista está atraindo a escória mundial, não só pelo convencimento do poder econômico e militar, mas pela força.
O candidato Flávio Rachadinha tem como principal item de campanha entregar o país em troca da liberdade do pai e da anistia aos golpistas, passando pelo perdão dos crimes do irmão e dele próprio. Ele está de quatro, e com o apoio da parte podre da elite brasileira e de uma seita. É o desespero das pessoas que sentem o cheiro da cadeia, e a saída pode significar o Palácio do Planalto. Não terão nenhum limite. Já não havia limites éticos ou qualquer compromisso com a verdade. Agora é o vale-tudo.
O candidato Flávio mentiu na entrevista ao Jornal Nacional, com o auxílio dos entrevistadores. Demonstrou que acredita dominar a imprensa e a Justiça para não ter de prestar contas dos R$ 61 milhões do Vorcaro. Antes das eleições, é um assunto proibido e sob controle, vomita o candidato. Afirma, com invejável desfaçatez, que já está tudo explicado e despreza a Polícia Federal, o Ministério Público e o Supremo Tribunal. Na versão dele está tudo cooptado. O país não é dominado por facínoras fascistas. As práticas milicianas não fazem as normas da sociedade. Parte da mídia denunciou a ousadia das mentiras dita pelo candidato da extrema direita.
Não aceitaremos que o silêncio se fantasie de neutralidade! Os omissos e silenciosos serão cúmplices de crime contra a humanidade, contra o povo e o destino do Brasil.
Vamos continuar sonhando e acreditando na Justiça. Vamos cobrar e acreditar.
Matar nossos sonhos não é nos matar, é mutilar a nossa alma.
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